Terça-feira, 19 de Outubro de 2004

...

olhopreto.jpg


Foste TU,


TU que me disseste,


me disseste que eu era,


que eu era especial...


Foste TU,


TU que me fizeste,


me fizeste acreditar,


acreditar que não havia,


não havia outra igual...


E agora,


agora que me deixaste,


deixaste-me com a incerteza,


a incerteza de ser a tal...


E agora,


agora que me deixaste,


deixaste-me com a mágoa,


a mágoa de ser igual...

publicado por missantipatia às 23:45
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2 comentários:
De BLIND a 21 de Outubro de 2004 às 02:11
visite-me
oussa um homem de verdade


De Antonio a 20 de Outubro de 2004 às 07:30
Mais um poema original, simples e de que gosto; aqui vai a minha retribuição, em forma de soneto:

Escrevo palavras que são nada/
Mas onde tudo quero encontrar/
E na pressa da vida cansada/
Escrevo, escrevo sem pensar/
.......
Sonhos mortos e esperança dilacerada/
Letras e mais letras a falar/
Da procura sm tempo calada/
E do sonho que não teve acordar/
.....

Restaram palavras que são nada/
E por vício insisto em revelar/
Talvez encontrem mais que nada/
.....
E se alguém houver que achar/
Mais, destas palavras sem nada/
O caminho novo há de encontrar/
...
Escrito em 27/6/2004



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